Cecil Thiré

por Tania Carvalho

Produtor, diretor, ator, tradutor e até mesmo coreógrafo, Cecil Thiré faz de tudo em teatro. No cinema, participou do Cinema Novo à chamada pornochanchada – dirigiu, atuou e fez roteiros. Os críticos até hoje elogiam sua obra-prima esquecida, O Diabo Mora no Sangue, e seu episódio de Ibrahim do Subúrbio. Em televisão, começou como galã, passou pelo humorismo, como ator e diretor, e fez alguns vilões memoráveis, como Mário Liberato de Roda de Fogo e o assassino Adalberto de A Próxima Vítima. Além disso, é professor, há mais de 20 anos. Gosto de me definir como um intermediário. Sou tradutor, diretor, ator, produtor, eu estou entre a obra e o espetáculo. Mesmo quando sou professor eu estou entre a arte e o aprendiz. Cecil é filho de pais ilustres; a mãe é a lendária Tônia Carrero, e o pai foi o pintor, artista, pioneiro em quadrinhos, jornalista e diretor de cinema Carlos Thiré (1917-63) que, na Vera Cruz, dirigiu Luz Apagada e Nadando em Dinheiro. Como conta neste livro-depoimento sua biógrafa Tania Carvalho, Cecil é uma figura normalmente low profile, discreto, que discute sua carreira e sua vida com surpreendente honestidade e coragem. Mais um lançamento da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, no seu trabalho de resgatar e preservar a memória da cultura brasileira.




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