Batismo de Sangue

por Dani Patarra e Helvécio Ratton

Ganhador do Prêmio Jabuti de 1985, Batismo de sangue foi escrito por Frei Betto e conta a história dos frades dominicanos que apoiaram a luta armada contra o regime militar. Na versão roteirizada pelo diretor do filme, Helvécio Ratton, e por Dani Patarra para a Imprensa Oficial, o personagem central da história é Frei Tito, um dos frades dominicanos que, no final dos anos 60, ajudaram o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional (ALN), liderado por Carlos Marighella, no combate à ditadura. Os dominicanos foram presos e torturados por integrantes dos órgãos clandestinos de repressão, comandados pelo delegado Fleury, que organizou a emboscada em que Marighella foi morto, em dezembro de 1969. Um ano depois, Frei Tito saiu da prisão em um processo de troca para libertar o embaixador da Suiça, Giovani Enrico Bucher, seqüestrado pela Vanguarda Popular Revolucionário (VPR). Tito seguiu para o Chile, passou pela Itália e mais tarde fixou-se na França, nos arredores do convento de La Tourtelle, onde se suicidou em 1974. Neste livro da Coleção Aplauso, o roteirista e o protagonista do filme têm uma história comum. Helvécio Ratto conheceu Frei Tito no Chile, onde ambos viviam exilados, fato que explica ter escrito o roteiro de Batismo de Sangue.




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  • 07-01-10 - Eduardo Carvalho Stadlinger

    É pena que essas ações sejam pouco divulgadas. O valor cultural do site é indiscutivel e as obras publicadas são de inegável importancia para o país. Estão de parabens. Continuem.