Aurora Duarte

por Aurora Duarte

Autobiografia sempre tem um sabor diferente. Ainda mais quando a autora já teve livros publicados como foi o caso de Norma Blum, e agora de Aurora Duarte (os livros de poemas, O Pássaro e o Náufrago, Testamento Insensato). É assim que apresentamos este livro que registra de forma pessoal e poética a trajetória de uma das maiores estrelas do cinema brasileiro.


Antes de tudo uma mulher de cinema: atriz, roteirista, produtora, diretora, distribuidora. Aurora foi descoberta em Olinda no Recife, ainda muito jovem, quando se chamava Diva, por outra lenda do cinema nacional, o diretor Alberto Cavalcanti, que a escolheu para ser a protagonista do seu filme O Canto do Mar (1952).


Uma história de amor entre pescadores que desafiavam a vida com suas jangadas e o começo de uma aventura extraordinária de grandes encontros que Aurora vai contando com humor e delicadeza. Mais tarde,


transformada em musa de filmes de ação, ele faria também Armas da Vingança e Crepúsculo de Ódios ambos de Carlos Coimbra, Três Garimpeiros do italiano Gianni Pons e Fronteiras do Inferno, com Walter Hugo Khouri (cujo negativo foi perdido). Com o marido Walter Guimarães Motta e Coimbra produziriam um épico que foi o maior sucesso do Ciclo Nordeste (de


Cangaceiros) do cinema Nacional, A Morte Comanda


o Cangaço (1961). Embora voltasse a atuar


ocasionalmente, Aurora passou a dedicar mais à


literatura, a dirigir documentários e produzir (como Riacho de Sangue, 66, de Fernando de Barros).


Esta história apaixonante e sensível é outro lançamento da Coleção Aplauso da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, no seu projeto de resgate e preservação da memória cultural do Brasil.




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  • 02-10-11 - Francisco Enio Girão

    Olá! Fico feliz por achá-la, particpei do curta metragem \"O arcanjo vingador\" em 1979 e gostaria muito de entrar em contato e/ou saber mais sobre Aurora Duarte. Este e-mail é de minha esposa e ficarei muito feliz se tivesse resposta. Fica com Deus! Um forte abraço! Francisco Enio

  • 23-09-11 - isa fonseca

    Apenas devo parabenizar e dar as boas-vindas a este livro, pois tanto Aurora, como Cavalcanti, são figuras expressivas da nossa cultura.