Onde andará Dulce Veiga?

por Guilherme de Almeida Prado

Saudado pela crítica como o melhor filme de sua carreira, Onde Andará Dulce Veiga? foi realizado por Guilherme de Almeida Prado. O consagrado realizador de A Dama do Cine Shangai (1987), Perfume de Gardênia (1992), A Hora Mágica (1998) já foi biografado na Coleção Aplauso por Luiz Zanin Oricchio, no livro Um Cineasta Cinéfilo. Nesse filme, Guilherme reúne-se novamente com as estrelas dos trabalhos anteriores: Christiane Torlone, Maitê Proença, Julia Lemmertz, Imara reis, Oscar Magrini, Matilde Mastrangi (em diversos papéis) ao lado dos recém-chegados Carolina Dieckmann, Eriberto Leão, Nuno Leal Maia, numa adaptação do conto de Caio Fernando de Abreu (1948-96). Trata-se da história de um jornalista que ao entrevistar uma cantora de rock, descobre que ela é filha de uma famosa cantora: Dulce Veiga - desaparecida no auge da fama. Atraído pela história, o protagonista passa a investigar o que teria acontecido com a cantora, envolvendo-se numa trama de surpresas, mistérios e descobertas. Um filme pessoal, apaixonante e inventivo, com roteiro escrito pelo próprio Guilherme, que a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo tem o prazer de editar dentro da Coleção Aplauso.




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  • 01-01-10 - LAE

    Assisti ao filme e obsevei o livro. Na minha opinião trata-se de um interessante roteiro que espelha algo inédito. A elaboração do inconsciente em interação com a realidade e finalmente algo raro, o mesmo inconsciente chega a se manifestar como consciência quando se espelha no final no encontro e na relação de casal associado a meditação. Em resumo; o inconsciente nas relações homosexuais e nas aspectos destrutivos é elaborado para a relação heterosexual e nos aspectos criativos como na musica tema do último encontro. Isto reflete de uma maneira geral o percurso do mundo interno das pessoas, só que a maioria pode ficar fixa no meio do caminho. Parabens ao autor e ao Ca (aqui) Io (eu). Este filme merece ser visto.